Contadores de histórias
Os livros estão no top cinco dos brinquedos favoritos (rivalizam agora com uma velha cafeteira e três colheres de plástico; a girafa que a acompanha para todo o lado não é um brinquedo, é um elemento da família). Os livros dela, pequenos, de páginas de cartão, com desenhos moldados a plasticina, com coisas que aparecem e desaparecem, e até mesmo uma Anita, versão muito mais infantil. Os nossos livros, também: os que estão nas prateleiras que consegue alcançar. Deixamos que mexa neles se não virar as páginas com entusiasmo desmedido ou enquanto não os tenta morder. Embora o pai lhe cante várias cantilenas inventadas no momento - sempre com afinação e versos disparatados com rimas emparelhadas, eu ainda sou a que mais frequentemente me arrisco a contar-lhe uma história de um livro. Mas raramente aceita, prefere descobri-los sozinha. Para pais como nós, o Pequeno Herói tem programa para hoje:
